domingo, 21 de março de 2010

Construção de Cenários

OS NOSSOS ESBOÇOS...













Na montagem de uma peça de teatro, o cenário é determinante para que os espectadores se sintam próximos do enredo. Foi o que nós tentámos fazer... a limitação de recursos não nos impediu de os construir! Um desenho aqui, um esboço acolá, umas mãos e roupas pintadas, uns pais presentes e... já está!





O NOSSO ORGULHO!!


segunda-feira, 15 de março de 2010

Miguel Horta



Miguel Horta
Nasceu em Lisboa em 1959, é pintor e as suas obras já foram expostas em Portugal e no resto da Europa. É essencialmente um artista plástico.
A sua vida profissional tem dois caminhos: a Promoção do Livro e da Leitura e a Educação pela Arte.
Em 2006 publicou Pinok e Baleote (livro infanto-juvenil) e dois anos mais tarde publicou a obra Dacoli e Dacolá. Este livro apresenta aos leitores um conjunto de sete histórias, todas elas passadas em Portugal, versando sobre temas muito diversos. Os títulos são os seguintes: «Eu quero é ir para a terra!», «A menina que escutava as pedras», «Não há fumo sem fogo», «Os dragões das furnas», «Os dois fantasmas», «Carminho» e, por último, «João sem memória».

terça-feira, 9 de março de 2010


Durante as preparações para a representação da peça «Os Dois Fantasmas», surgiu a oportunidade de participar no Concurso Nacional «Conta-nos uma história!», promovido no âmbito do «Plano Tecnológico da Educação (PTE), através da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL) que pretende fomentar a dinamização de projectos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital áudio. Esta iniciativa pretende incentivar a produção de histórias gravadas em formato áudio digital, por equipas de alunos de Educação Pré-escolar ou de 1.º Ciclo do Ensino Básico, coordenadas pelos seus docentes. As histórias – podem ser elaboradas de raiz ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas de textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.»

A colaboração dos professores Vasco Moura e Luís Nunes, que desenvolvem Actividades de Enriquecimento Curricular no âmbito da Música, é de extrema importância na concepção e desenvolvimento dos recursos digitais áudio.

Visita de Miguel Horta

No próximo dia 17 de Março, às 11 horas, a turma C do 4º ano de escolaridade irá representar a peça «Os Dois Fantasmas» na Biblioteca Escolar da EB 1 Major David Neto. Trata-se de uma actividade que pretende, de alguma forma, presentear o escritor Miguel Horta durante a sua visita. A história consiste num reconto com base numa das narrativas que fazem parte da obra Dacoli e Dacolá do escritor. Os alunos trabalharam, em sala de aula, de forma a modificar o texto para poder ser dramatizado (narrador, diferentes personagens). É de salientar que também são os alunos que estão a construir os cenários para a representação.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Criação de LOGOTIPO


As Bibliotecas Escolares do Agrupamento Vertical de Escolas Professor José Buísel levaram a efeito um concurso para apresentação de propostas para um logotipo.
Todos os trabalhos entregues receberam uma lembrança de participação e o 1º Classificado recebeu um cheque brinde «Worten», no valor de 25 euros.

O Pedro Afonso, da nossa turma, está de parabéns pois recebeu uma MENÇÃO HONROSA!!


Este é o trabalho do Pedro:


Para mais informações ou até mesmo para ver o trabalho vencedor consultem o blogue da nossa Biblioteca. Basta escrever «Biniteca» no GOOGLE.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A Escola Vai ao Mercado

No dia 13 de Janeiro fomos ao Mercado Municipal de Portimão visitar a parte do pescado. Durante a visita, fomos conhecer um pouco melhor o peixe que temos à venda para pudermos preencher um guião de visita que levámos. Os peixeiros foram muito simpáticos e prestáveis e deram-nos algumas informações de que precisávamos. Observem alguns momentos da nossa visita.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O Bojador de Sophia de Mello Breyner


Durante o mês de Janeiro estivemos a estudar a obra O Bojador de Sophia de Mello Breyner, pertencente ao Plano Nacional de Leitura.
Este texto dramático tem por núcleo a passagem do cabo Bojador. Nos dois quadros que o compõem confrontamo-nos, no primeiro, com o choque entre o conservadorismo e os medos de um velho face à fome de futuro sentida por um jovem. No segundo compreendemos que o sonho domina o espírito de D. Henrique. A passagem do Bojador, ponto de referência para a descoberta de novas terras, anunciada por Gil Eanes, leva o Infante, na carta que escreve ao seu irmão Pedro, a assumir-se como o grande capitão que, à proa de Portugal, vai liderar a aventura e iniciar uma Idade Nova.

Gostámos muito de conhecer esta obra, aqui vão alguns dos nossos comentários:

«O que eu gostei mais desta obra foi saber que Gil Eanes gostava mais de estudar com o Sol, com a Lua e com as ondas do mar do que estudar com os livros e de que os Descobrimentos eram, para Gil Eanes, mais importantes do que outras coisas como pedras preciosas!» Beatriz Jacinto

«Gosto muito da época dos Descobrimentos. Aprendi, com esta obra, que não se deve desistir!» Nelson Moreira

«O que mais gostei desta obra foi a parte em que Gil Eanes chegou a Portugal depois de dobrar o Cabo Bojador. Aprendi que antigamente se dizia «Vossa Mercê» e aprendi que nós, Portugueses, fomos os maiores descobridores do Mundo!» Tomás Tavares

«Gostei muito quando o escrivão escreveu a carta ao irmão do Infante e quando Gil Eanes conseguiu, finalmente, dobrar o Cabo Bojador. Aprendi que é melhor ver com os nossos olhos do que ler apenas nos livros!» Tomás Santos

«Gostei mais do rapaz pois foi persistente e nunca duvidou dos conhecimentos do Infante D. Henrique. Aprendi que nunca se deve duvidar de nós, nunca devemos desistir dos nossos objectivos!» Mariana Madeira